sexta-feira, 23 de julho de 2010

Twitter (particular):

menor que uma barata.


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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Revoada

Essa manhã eu vi um pardal. Ele não gosta de pardal, pensei. Tentei lembrar o motivo, não consegui. Só conseguia lembrar de você escorregando lentamente para o meu colo quando eu disse aquela coisa de que você poderia ser o homem da minha vida – se isso fosse possível. Não é. A forma como a gente briga e se entende e o jeito como acreditamos um no outro. Em tudo que podemos ser. Tudo que não somos. Eu só conseguia lembrar de como consigo caber no seu colo. Cada milímetro de mim. O único lugar que é possível esquecer tudo. O mundo. Ás vezes você me faz não gostar dele. E de tudo. Mas, tudo começou sem que eu planejasse – você diz. Como se isso neutralizasse os efeitos. Há duas semanas eu planejo o fim (outra vez). O que vou dizer, vestir, comer. As músicas que vamos ouvir antes e depois. Minha expressão. Mas, se tratando de mim, é obvio que vou perder o controle. Serei mais fria, talvez. Porque eu sempre sou mais fria quando não devia só pra mostrar que sou mais forte que tudo aquilo. Mais forte que a forma como acho graça do seu sono. E como não me incomodo com o seu ronco. Mais forte que o segundo a mais que você me abraça. E tudo que escrevi da última vez, a única coisa que só você vai ler. Tudo parecia estar sobre controle, até as últimas 72 horas quando eu comecei a me perguntar “e depois?”. Mil pardais começaram a voar dentro de mim. Me deu um medo de te perder tão grande, tão grande, tão grande.... e ai depois de nós fazermos os planos que eu tanto queria, comecei a ter a sensação de que você quer voltar atrás. Não só sobre isso, mas sobre tudo. Talvez eu não seja mais encantada. Melhor não pensar nisso. Só pensar que um dia depois, quando eu te olhar e você me olhar, e não for mais a mesma coisa, já é o suficiente. Para você é o nosso plano, para mim é o fim. Ainda que eu não saiba o que fazer com ele.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Twitter (particular):

sensações: o mundo está caindo. e só eu segurando. mas, ele nem é meu.



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