Marco. Essa seria uma boa palavra pra definir você. Você que está sendo um marco na minha vida por me ensinar coisas que ninguém nunca me ensinou. E por deixar tudo turvo, só para eu aprender sozinha que posso fazer ficar claro depois. Visível. Assim, tenho pensado muito em seres humanos. As pessoas são tão medíocres. Elas podem puxar o seu tapete só para te ensinar a levantar – mesmo sem saber que estão fazendo isso. É tudo tão subjetivo e aparentemente bobo. É tudo tão real e sacana. É tudo tão meu. E o que é nosso não é você e eu. As pessoas são tão incríveis. E eu podia achar que você me tirou tudo, mas só consigo entender que você me deu tudo. Me deu um mundo diferente para viver. Um mundo bem real e, caramba! Eu sei viver no mundo real. Eu sei viver aqui onde todo mundo vive!!! E tudo que eu sinto é o que todo mundo sente. Tudo que eu sinto pode ser até mais brando do que todo mundo sente. Eu entendo. Eu entendo como uma boa filha de Deus, embora sinta e pense como ser imperfeito que sou. É como se tudo fosse volúvel.
– Olha a roleta da vida, vai girar...
Numa extremidade a fidelidade, na outra a traição. Mas, a paleta nunca acusa uma coisa ou outra. Não acho que é traição. Melhor. Eu não poderia achar. E aí entra aquela coisa que falei sobre julgamento. Não dá pra achar que você está certa ou errada. Alguém fazer algo que eu não espero que faça ou que eu não quero que ela faça ou que não ache certo, não é condenável. Já entendi isso. O mundo não é meu. Quando eu vivia no meu mundo, talvez eu pudesse. Acontece que você me tirou de lá. Você veio com o alfinete, explodiu minha bolha e eu percebi que podia respirar. Eu podia ter morrido, mas não. Aprendi a respirar esse ar leve e pesado, limpo e nojento. Eu posso respirar aqui fora. Eu posso respirar! Então, pode-se aprender com tudo na vida. Essa é uma verdade. Com pessoas que amamos e odiamos. Do melhor e do pior jeito. Eu não odeio ninguém, aprendo com quem amo. Do melhor ou do pior jeito.
– Olha a roleta da vida, vai girar...
Numa extremidade a fidelidade, na outra a traição. Mas, a paleta nunca acusa uma coisa ou outra. Não acho que é traição. Melhor. Eu não poderia achar. E aí entra aquela coisa que falei sobre julgamento. Não dá pra achar que você está certa ou errada. Alguém fazer algo que eu não espero que faça ou que eu não quero que ela faça ou que não ache certo, não é condenável. Já entendi isso. O mundo não é meu. Quando eu vivia no meu mundo, talvez eu pudesse. Acontece que você me tirou de lá. Você veio com o alfinete, explodiu minha bolha e eu percebi que podia respirar. Eu podia ter morrido, mas não. Aprendi a respirar esse ar leve e pesado, limpo e nojento. Eu posso respirar aqui fora. Eu posso respirar! Então, pode-se aprender com tudo na vida. Essa é uma verdade. Com pessoas que amamos e odiamos. Do melhor e do pior jeito. Eu não odeio ninguém, aprendo com quem amo. Do melhor ou do pior jeito.
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