Minha cama não é pequena, mas agora eu também durmo com os pés pra fora.
Não tenho mais medo.
E a porta do quarto só fica fechada quando estou sozinha.
Mas, se um dia esquecer ela aberta, acho que não tenho mais medo.
O escuro não me deixa sem dormir.
E quando não consigo expulsar o invasor pela janela, tranco ele no banheiro.
Simples assim.
Nos últimos dias só tenho medo mesmo da minha geladeira.
Não sei como fui acumular tanto doce ali.
E está acabando.
E só tem eu para comer.
Minha grande companheira é a novela das 20h.
O problema é que agora ela é mesmo às 20h.
E quando ela vai embora eu vou dormir.
Aí lembro que ainda são 21h30.
Enrolo até às 22h – essa é a hora dele.
Faço planos.
Vou ou não lavar o cabelo. A roupa de amanhã. O que vou fazer para o café. Vou fazer café? Viva a geladeira!
Programo o despertador.
Sagrado seja cada minuto de sono na manhã seguinte.
O quase escuro.
Sozinha.
Vou lendo sem tocar uma página, descobrindo, constatando.
Às vezes deixo uma ou duas lágrimas caírem – para não perder o hábito.
E durmo com os pés pra fora, sem me enrolar dos pés a cabeça.
Não tenho mais medo.
Não tenho mais medo.
E a porta do quarto só fica fechada quando estou sozinha.
Mas, se um dia esquecer ela aberta, acho que não tenho mais medo.
O escuro não me deixa sem dormir.
E quando não consigo expulsar o invasor pela janela, tranco ele no banheiro.
Simples assim.
Nos últimos dias só tenho medo mesmo da minha geladeira.
Não sei como fui acumular tanto doce ali.
E está acabando.
E só tem eu para comer.
Minha grande companheira é a novela das 20h.
O problema é que agora ela é mesmo às 20h.
E quando ela vai embora eu vou dormir.
Aí lembro que ainda são 21h30.
Enrolo até às 22h – essa é a hora dele.
Faço planos.
Vou ou não lavar o cabelo. A roupa de amanhã. O que vou fazer para o café. Vou fazer café? Viva a geladeira!
Programo o despertador.
Sagrado seja cada minuto de sono na manhã seguinte.
O quase escuro.
Sozinha.
Vou lendo sem tocar uma página, descobrindo, constatando.
Às vezes deixo uma ou duas lágrimas caírem – para não perder o hábito.
E durmo com os pés pra fora, sem me enrolar dos pés a cabeça.
Não tenho mais medo.
Um comentário:
Obrigada pelo comentário amiga. Se não fosse vc pra me incentivar a fazer o blog, nunca teria feito. Eu tb estou te acompanhando diariamente, viu?
Beijos e sucesso!!!
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