Existe, sim, um circulo em torno de cada um de nós. Imaginária, claro, mas isso não significa que ela não funcione. Sim, ele funciona. Aquela linha delimitando “aqui é o meu espaço”. É seu, e de ninguém mais. As vezes nossas linhas ficam assim embaraçadas, mas isso não significa que elas não existam. Sim, elas existem.
Estou assim, com um pé sobre a tal linha vermelha. O apelo da amarela já foi, certeza que em algum daqueles momentos onde eu queria, a qualquer custo, fazer você enxergar o que deveria ser feito.
“Pare!”. Não precisa dizer que é isso que diz a linha vermelha; as crianças aprendem isso ainda na escola. Se as pessoas param, se distanciam, mas é preciso aprender a viver com algumas distâncias.
Terei o pé. Nada mais pode ser feito. Não se pode invadir assim o território vizinho e guiá-lo ao que consideramos a vitória. Não a força. Assim como a salvação à vitória é individual, o sofrimento é individual, a dor é individual, o amor idem. Nós, serem humanos, somos singulares. Um. Não existem pares. Não importa se as atitudes e escolhas de uns influenciam na vida (e trazendo mais para o nosso lado) na dor do outro. Cada um precisa aprender a lidar com as suas próprias experiências.
A algum tempo meu circulo foi invadido. Sendo eu, com tudo que me forma; intensamente eu, não poderia ser diferente. Invadimos os círculos e lutamos por uma vitória comum. Mas as vitórias não são comuns, não quando diz respeito a uma das partes apenas.
Não gosto de distância. Odeio a distância e esse dia tão calado. Mas só ela pode se encarregar para que voltemos aos nossos círculos de origem e permanecemos aqui, limitadas as nossas linhas imaginarias, vivendo alguma parte da nossa vida que não é “nossa”. Não minha, sua. Não sua, minha. Não nossa.
Estou voltando para a linha verde do seu circulo.
Estou assim, com um pé sobre a tal linha vermelha. O apelo da amarela já foi, certeza que em algum daqueles momentos onde eu queria, a qualquer custo, fazer você enxergar o que deveria ser feito.
“Pare!”. Não precisa dizer que é isso que diz a linha vermelha; as crianças aprendem isso ainda na escola. Se as pessoas param, se distanciam, mas é preciso aprender a viver com algumas distâncias.
Terei o pé. Nada mais pode ser feito. Não se pode invadir assim o território vizinho e guiá-lo ao que consideramos a vitória. Não a força. Assim como a salvação à vitória é individual, o sofrimento é individual, a dor é individual, o amor idem. Nós, serem humanos, somos singulares. Um. Não existem pares. Não importa se as atitudes e escolhas de uns influenciam na vida (e trazendo mais para o nosso lado) na dor do outro. Cada um precisa aprender a lidar com as suas próprias experiências.
A algum tempo meu circulo foi invadido. Sendo eu, com tudo que me forma; intensamente eu, não poderia ser diferente. Invadimos os círculos e lutamos por uma vitória comum. Mas as vitórias não são comuns, não quando diz respeito a uma das partes apenas.
Não gosto de distância. Odeio a distância e esse dia tão calado. Mas só ela pode se encarregar para que voltemos aos nossos círculos de origem e permanecemos aqui, limitadas as nossas linhas imaginarias, vivendo alguma parte da nossa vida que não é “nossa”. Não minha, sua. Não sua, minha. Não nossa.
Estou voltando para a linha verde do seu circulo.
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